Há várias versões sobre a origem do hambúrguer. Porém, um dado é certo: ele nasceu há muitos séculos e, contrariando a regra da grande maioria dos hábitos alimentares, que se caracterizam pela regionalidade, o hambúrguer atravessou fronteiras e é um alimento mundialmente conhecido e amplamente consumido. Uma das histórias sobre sua origem remete ao século XIII, quando cavaleiros tártaros moíam a carne dura e crua durante as cavalgadas, nos lombos dos cavalos. Após algum tempo de travessia, o alimento se transformava em uma “massa” mais macia e fácil de se mastigar. A história do hambúrguer começou no fim do século 17, quando tribos nômades da Ásia Ocidental desenvolveram a técnica de temperar a carne bovina, finamente picada, a fim de evitar seu perecimento. A iguaria teve bastante aceitação, uma vez que dispensava o manuseio do fogo nos acampamentos. Marinheiros alemães que faziam a rota do Báltico conheceram a receita, porém, torceram o nariz para a carne crua. Levaram, então, a idéia para casa, mas passaram a cozinhar a carne. O sucesso foi tal que rapidamente virou um prato típico da culinária alemã. No século 19, quando a América recebia seus novos descobridores, os navegadores que partiam da cidade alemã de Hamburgo traziam a tradicional receita, que recebeu o nome de hamburg style steak (bife ao estilo hamburguês).
Os americanos aperfeiçoaram a receita, acrescentando o pão. Hoje, o hambúrguer é um ícone da culinária americana. Em 1834, no restaurante Del Monico’s, em Nova Iorque, o hambúrguer ganhou, pela primeira vez, estatuto de iguaria e passou a constar no cardápio - entre duas fatias de pão, já em formato de sanduíche.
O hambúrguer no Brasil
A introdução do hambúrguer nos costumes do brasileiro deve-se ao americano Robert Falkenburg, campeão de tênis em Winbledon, que abriu em 1952, no Rio de Janeiro, a primeira lanchonete que seguia os padrões americanos. Também foram introduzidos o milk shake e o sundae. Esta lanchonete passou a fazer parte da crônica social do Rio e do Brasil, sendo frequentada por celebridades da época, como o compositor Villa Lobos, o músico de jazz Booker Pittman, entre outros.
O hambúrguer no mundo
O sanduíche que nasceu no lombo de um cavalo popularizou-se bastante, tendo caído no gosto das mais diversas culturas. Países com costumes diferentes têm adotado o hábito de hambúrguer com adaptações para os costumes locais. Na Índia, por exemplo, utiliza-se carne de carneiro no lugar da bovina; nas regiões onde a religião muçulmana é predominante, uma rede de lanchonetes projeta suas lojas com salões separadas para mulheres solteiras e famílias, cada um com caixas para pagamento e pedido para que não haja encontros não permitidos pelos costumes. Quatro vezes por dia as lojas cessam as atividades para dar lugar ao momento de prece.
Há também variações no tipo e qualidade de carne utilizadas: hambúrguer de picanha, de fraldinha, de frango, de peru, entre outros.
Os americanos aperfeiçoaram a receita, acrescentando o pão. Hoje, o hambúrguer é um ícone da culinária americana. Em 1834, no restaurante Del Monico’s, em Nova Iorque, o hambúrguer ganhou, pela primeira vez, estatuto de iguaria e passou a constar no cardápio - entre duas fatias de pão, já em formato de sanduíche.
O hambúrguer no Brasil
A introdução do hambúrguer nos costumes do brasileiro deve-se ao americano Robert Falkenburg, campeão de tênis em Winbledon, que abriu em 1952, no Rio de Janeiro, a primeira lanchonete que seguia os padrões americanos. Também foram introduzidos o milk shake e o sundae. Esta lanchonete passou a fazer parte da crônica social do Rio e do Brasil, sendo frequentada por celebridades da época, como o compositor Villa Lobos, o músico de jazz Booker Pittman, entre outros.
O hambúrguer no mundo
O sanduíche que nasceu no lombo de um cavalo popularizou-se bastante, tendo caído no gosto das mais diversas culturas. Países com costumes diferentes têm adotado o hábito de hambúrguer com adaptações para os costumes locais. Na Índia, por exemplo, utiliza-se carne de carneiro no lugar da bovina; nas regiões onde a religião muçulmana é predominante, uma rede de lanchonetes projeta suas lojas com salões separadas para mulheres solteiras e famílias, cada um com caixas para pagamento e pedido para que não haja encontros não permitidos pelos costumes. Quatro vezes por dia as lojas cessam as atividades para dar lugar ao momento de prece.
Há também variações no tipo e qualidade de carne utilizadas: hambúrguer de picanha, de fraldinha, de frango, de peru, entre outros.